Sindiserviços-DF participa de ato histórico no Planalto em defesa dos terceirizados

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A direção do Sindiserviços-DF esteve presente, nesta segunda-feira (13), no Palácio do Planalto, durante a assinatura do decreto que regulamenta o reembolso-creche e amplia direitos para trabalhadores e trabalhadoras terceirizados da administração pública federal. Os representantes da categoria participaram do ato, reforçando o papel da entidade nesse momento importante.

A presidenta do sindicato, Maria Isabel Caetano, estava ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no momento da assinatura, em nome de todos as trabalhadoras e trabalhadores terceirizados do Distrito Federal, valorizando essa conquista importante para milhares de famílias.

Durante a cerimônia, o presidente Lula destacou os efeitos da medida para a população trabalhadora.

“Possivelmente nem todo mundo tenha noção do que significa 500 e poucos reais na mão de uma pessoa mais humilde e mais simples para ajudar a cuidar de uma criança”, ressaltou.

Lula também reforçou o papel do Estado na garantia desse direito.

“A creche é uma obrigação do Estado. Cabe a nós criarmos as condições para que a mulher seja tratada, efetivamente, em igualdade de condição”, declarou.

Além do reembolso-creche, o decreto também amplia o número de terceirizados beneficiados com a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, fortalecendo a política de valorização da categoria.

Para a presidenta do Sindiserviços-DF, a presença da entidade nesse momento reforça a importância da luta sindical na conquista de direitos.

“Estar ao lado do presidente Lula neste ato, representando as trabalhadoras e os trabalhadores terceirizados, mostra que a nossa categoria está sendo reconhecida. O reembolso-creche e a jornada de 40 horas representam mais dignidade, mais justiça e melhores condições de vida para quem tanto contribui com o serviço público”, afirmou Maria Isabel Caetano.

A iniciativa representa mais um passo importante no reconhecimento dos direitos dos terceirizados e reafirma a necessidade de seguir avançando na valorização da categoria.