Terceirizadas denuncie agressões ao Sindiserviços-DF e se proteja com a Lei Maria da Penha

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Por Imprensa Sindiserviços-DF – Robson Silva

Com informações CUT-DF 

Em Brasília, as trabalhadoras terceirizadas são grande maioria na categoria. Mesmo com as equiparações salariais e diversos avanços conquistados na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), muitas são agredidas covardemente; ou nos locais de trabalho por patrões intransigentes, funcionários das cessionárias ou, infelizmente, por colegas de trabalho.

De certo, conforme informações oficiais e da Delegacia Especial da Mulher (DEAM) – denuncie agressões as mulheres pelo telefone 180, trabalhadoras de todos os ramos profissionais são agredidas nas suas próprias residências.

Nos últimos anos, a direção do Sindiserviços-DF, que em sua maioria são do sexo feminino, têm insistentemente orientado as trabalhadoras terceirizadas para se defenderem de agressores covardes, físicas ou psicológicas, se utilizando da Lei Maria da Penha (n° 11.340), sancionada há 15 anos, em 7 de agosto 2006, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A Leia Maria da Penha, criminaliza à violência doméstica, tipifica diferentes níveis da mesma, prevê penalidades específicas e define a responsabilidade de cada órgão público na prevenção, enfrentamento e punição à agressão contra a mulher.

Para que a categoria tenha maior proteção, além das Clausulas especificas na CCT do Sindiserviços-DF de proteção às trabalhadoras, o sindicato dispõe da Diretoria de Políticas para as Mulheres e Combate ao Racismos, que tem à frente a empregada da Empresa BRA – Serviços, Cilma da Cruz Galvão, juntamente com vários canais de denúncia – Telefone: (61) 3579-9201, Whatsapp (61) 99227-3295, E-mail: sindiservicosdf@gmail.com , ou presencialmente: SCS Quadra 2 – 5° Andar – Ed. Jockey Club Brasília-DF.

Em todos os meios de denúncia, serão mantidos total sigilo e oferecidas todas as garantias oficiais e de proteção as trabalhadoras terceirizadas.

 

História da Lei Maria da Penha

Aos 38 anos e mãe de três filhas, a cearense Maria da Penha sobreviveu a duas tentativas de homicídio dentro de sua própria casa, foi espancada e mantida em cárcere privado. O criminoso era seu marido, Marco Antônio Heredia.

Na primeira vez que tentou matá-la, o homem baleou Maria na coluna, o que fez com que ela ficasse paraplégica. Na segunda, o malfeitor tentou eletrocutá-la durante o banho.

A história triste e chocante de Maria da Penha deu início, ainda nos anos 1980, a uma busca pela responsabilização de seu agressor, o que só viria a acontecer de fato quase 20 anos após os crimes e devido à repercussão internacional do caso. Apesar disso, por causa da omissão do Estado brasileiro, Heredia acabou cumprindo apenas dois anos de prisão, sendo libertado em 2004.

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