Foto Sindicato dos Bancários de Brasília

Foto do Sindicato dos Bancários de Brasília 

Nem a forte chuva que caiu na tarde dessa quarta-feira 8 de março, esfriou a manifestação das trabalhadoras do campo e da cidade do Distrito Federal (DF) e Entorno que estiveram reunidas no Museu Nacional da República, para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

As diretoras do Sindiserviços-DF, sindicato que representa as trabalhadoras terceirizadas no DF, juntamente com a deputada federal e presidenta do PT/DF, Erika Kokay, participaram das manifestações e que exigiram mais igualdade, dignidade e respeito com as mulheres.

Marlene Francisca da Silva, diretora de Políticas para as Mulheres e Combate ao Racismo do Sindiserviços-DF, destacou durante a marcha que seguiu embaixo da chuva pela Esplanada dos Ministério até o Congresso Nacional, a importância do ato para fortalecer à luta pela vida das mulheres, contra assassinos e agressores covardes, em defesa da democracia, pela defesa dos direitos das mulheres e contra o maldito racismo.

Manifestações que foram amplamente utilizadas nos discursos das demais lideranças femininas que representaram o Coletivo de Mulheres da CUT Brasília e vários outros segmentos, responsáveis pela realização da programação do Dia Internacional da Mulher, em Brasília.

 

A r t i g o

Dia Internacional da Mulher: Trabalhadoras terceirizadas 
na luta por igualdade, respeito e dignidade

 

Por Marlene Francisca da Silva*

Ao reverenciar o Dia Internacional da Mulher, comemorado no mundo inteiro no dia 8 de março, a direção do Sindiserviços-DF, em especial a diretoria de Políticas para as Mulheres e Combate ao Racismo, homenageia à consciência de classe das bravas guerreiras trabalhadoras terceirizadas no Distrito Federal (DF) e Entorno que somam cerca de 70% da categoria sindicalizada.

O Sindiserviços-DF, como instrumento da sociedade civil organizada, é formado em maioria por mulheres, sendo uma categoria majoritariamente feminina.

Sem desmerecer as demais funções profissionais da nossa base, as mulheres constituem, em número mais expressivo, as áreas de asseio, conservação e merenda escolar.

E, infelizmente, são esses profissionais os que se tornam mais invisíveis nos seus locais de trabalho.

Como dizem, só sentem nossa falta quando somos obrigadas a fazer greve para reivindicar os nossos direitos.

Poucos se lembram que cumprimos dupla jornada de trabalho; a profissional e a do lar. Ou que muitas de nós somos a principal fonte de renda de nossas famílias, sendo ao mesmo tempo mães, pais, avós e avôs, cuidando sozinhas dos nossos filhos e dos filhos dos nossos filhos.

Além disso, muitas vezes figuramos como personagens principais da triste estatística de agressões doméstica e casos de feminicídio.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), apesar dos avanços significativos, alcançados graças à instituição da Leia Maria da Penha (lei 11.340), o Brasil ocupa vergonhosamente a 5º posição, no ranking mundial de casos de agressões domésticas e assassinatos de mulheres.

Os números assustam. Estima-se que ocorrem 4,8 assassinatos para cada 100 mil mulheres no país. O Mapa da Violência de 2015 apontou que entre 1980 e 2013, foram registrados 106.093 casos de feminicídio.

Nossa categoria é formada em grande parte por mulheres negras. E é triste saber que nesse mesmo período, os registros de mortes de mulheres negras no país aumentaram, absurdamente para 54%, passando de 1.864 para 2.875 assassinatos.

E a pior constatação desses dados, é que, na maioria das vezes, os familiares (50,3%), parceiros ou ex-parceiros (33,2%) são os principais responsáveis por agressões e assassinatos.

Entretanto, mesmo em meio a este terrível cenário de violência e retrocessos, a luta das mulheres trabalhadoras terceirizadas no DF e no Entorno, sob a liderança do Sindiserviços-DF, tem avançado. Exemplo disso destaca-se a concretização da igualdade de gênero, através da nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

A CCT garante salários e benefícios iguais, além de avançar com a inclusão de cláusulas que são específicas e exclusivas em da sua saúde, dignidade e qualidade de vida das mulheres e seus familiares.

Nem a forte chuva que caiu na tarde dessa quarta-feira 8 de março, esfriou a manifestação das trabalhadoras do campo e da cidade do Distrito Federal (DF) e Entorno que estiveram reunidas no Museu Nacional da República, para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

As diretoras do Sindiserviços-DF, sindicato que representa as trabalhadoras terceirizadas no DF, juntamente com a deputada federal e presidenta do PT/DF, Erika Kokay, participaram das manifestações e que exigiram mais igualdade, dignidade e respeito com as mulheres.

Marlene Francisca da Silva, diretora de Políticas para as Mulheres e Combate ao Racismo do Sindiserviços-DF, destacou durante a marcha que seguiu embaixo da chuva pela Esplanada dos Ministério até o Congresso Nacional, a importância do ato para fortalecer à luta pela vida das mulheres, contra assassinos e agressores covardes, em defesa da democracia, pela defesa dos direitos das mulheres e contra o maldito racismo.

Manifestações que foram amplamente utilizadas nos discursos das demais lideranças femininas que representaram o Coletivo de Mulheres da CUT Brasília e vários outros segmentos, responsáveis pela realização da programação do Dia Internacional da Mulher, em Brasília.

 

A r t i g o

Dia Internacional da Mulher: Trabalhadoras terceirizadas 
na luta por igualdade, respeito e dignidade

 

Por Marlene Francisca da Silva*

Ao reverenciar o Dia Internacional da Mulher, comemorado no mundo inteiro no dia 8 de março, a direção do Sindiserviços-DF, em especial a diretoria de Políticas para as Mulheres e Combate ao Racismo, homenageia à consciência de classe das bravas guerreiras trabalhadoras terceirizadas no Distrito Federal (DF) e Entorno que somam cerca de 70% da categoria sindicalizada.

O Sindiserviços-DF, como instrumento da sociedade civil organizada, é formado em maioria por mulheres, sendo uma categoria majoritariamente feminina.

Sem desmerecer as demais funções profissionais da nossa base, as mulheres constituem, em número mais expressivo, as áreas de asseio, conservação e merenda escolar.

E, infelizmente, são esses profissionais os que se tornam mais invisíveis nos seus locais de trabalho.

Como dizem, só sentem nossa falta quando somos obrigadas a fazer greve para reivindicar os nossos direitos.

Poucos se lembram que cumprimos dupla jornada de trabalho; a profissional e a do lar. Ou que muitas de nós somos a principal fonte de renda de nossas famílias, sendo ao mesmo tempo mães, pais, avós e avôs, cuidando sozinhas dos nossos filhos e dos filhos dos nossos filhos.

Além disso, muitas vezes figuramos como personagens principais da triste estatística de agressões doméstica e casos de feminicídio.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), apesar dos avanços significativos, alcançados graças à instituição da Leia Maria da Penha (lei 11.340), o Brasil ocupa vergonhosamente a 5º posição, no ranking mundial de casos de agressões domésticas e assassinatos de mulheres.

Os números assustam. Estima-se que ocorrem 4,8 assassinatos para cada 100 mil mulheres no país. O Mapa da Violência de 2015 apontou que entre 1980 e 2013, foram registrados 106.093 casos de feminicídio.

Nossa categoria é formada em grande parte por mulheres negras. E é triste saber que nesse mesmo período, os registros de mortes de mulheres negras no país aumentaram, absurdamente para 54%, passando de 1.864 para 2.875 assassinatos.

E a pior constatação desses dados, é que, na maioria das vezes, os familiares (50,3%), parceiros ou ex-parceiros (33,2%) são os principais responsáveis por agressões e assassinatos.

Entretanto, mesmo em meio a este terrível cenário de violência e retrocessos, a luta das mulheres trabalhadoras terceirizadas no DF e no Entorno, sob a liderança do Sindiserviços-DF, tem avançado. Exemplo disso destaca-se a concretização da igualdade de gênero, através da nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

A CCT garante salários e benefícios iguais, além de avançar com a inclusão de cláusulas que são específicas e exclusivas em da sua saúde, dignidade e qualidade de vida das mulheres e seus familiares.

 

 

Nem a forte chuva que caiu na tarde dessa quarta-feira 8 de março, esfriou a manifestação das trabalhadoras do campo e da cidade do Distrito Federal (DF) e Entorno que estiveram reunidas no Museu Nacional da República, para comemorar o Dia Internacional da Mulher.

 

As diretoras do Sindiserviços-DF, sindicato que representa as trabalhadoras terceirizadas no DF, juntamente com a deputada federal e presidenta do PT/DF, Erika Kokay, participaram das manifestações e que exigiram mais igualdade, dignidade e respeito com as mulheres.

 

Marlene Francisca da Silva, diretora de Políticas para as Mulheres e Combate ao Racismo do Sindiserviços-DF, destacou durante a marcha que seguiu embaixo da chuva pela Esplanada dos Ministério até o Congresso Nacional, a importância do ato para fortalecer à luta pela vida das mulheres, contra assassinos e agressores covardes, em defesa da democracia, pela defesa dos direitos das mulheres e contra o maldito racismo.

 

Manifestações que foram amplamente utilizadas nos discursos das demais lideranças femininas que representaram o Coletivo de Mulheres da CUT Brasília e vários outros segmentos, responsáveis pela realização da programação do Dia Internacional da Mulher, em Brasília.

 

 

A r t i g o

Dia Internacional da Mulher: Trabalhadoras terceirizadas 
na luta por igualdade, respeito e dignidade

 

Por Marlene Francisca da Silva*

Ao reverenciar o Dia Internacional da Mulher, comemorado no mundo inteiro no dia 8 de março, a direção do Sindiserviços-DF, em especial a diretoria de Políticas para as Mulheres e Combate ao Racismo, homenageia à consciência de classe das bravas guerreiras trabalhadoras terceirizadas no Distrito Federal (DF) e Entorno que somam cerca de 70% da categoria sindicalizada.

 

O Sindiserviços-DF, como instrumento da sociedade civil organizada, é formado em maioria por mulheres, sendo uma categoria majoritariamente feminina.

 

Sem desmerecer as demais funções profissionais da nossa base, as mulheres constituem, em número mais expressivo, as áreas de asseio, conservação e merenda escolar.

 

E, infelizmente, são esses profissionais os que se tornam mais invisíveis nos seus locais de trabalho.

 

Como dizem, só sentem nossa falta quando somos obrigadas a fazer greve para reivindicar os nossos direitos.

 

Poucos se lembram que cumprimos dupla jornada de trabalho; a profissional e a do lar. Ou que muitas de nós somos a principal fonte de renda de nossas famílias, sendo ao mesmo tempo mães, pais, avós e avôs, cuidando sozinhas dos nossos filhos e dos filhos dos nossos filhos.

 

Além disso, muitas vezes figuramos como personagens principais da triste estatística de agressões doméstica e casos de feminicídio.

 

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), apesar dos avanços significativos, alcançados graças à instituição da Leia Maria da Penha (lei 11.340), o Brasil ocupa vergonhosamente a 5º posição, no ranking mundial de casos de agressões domésticas e assassinatos de mulheres.

 

Os números assustam. Estima-se que ocorrem 4,8 assassinatos para cada 100 mil mulheres no país. O Mapa da Violência de 2015 apontou que entre 1980 e 2013, foram registrados 106.093 casos de feminicídio.

 

Nossa categoria é formada em grande parte por mulheres negras. E é triste saber que nesse mesmo período, os registros de mortes de mulheres negras no país aumentaram, absurdamente para 54%, passando de 1.864 para 2.875 assassinatos.

 

E a pior constatação desses dados, é que, na maioria das vezes, os familiares (50,3%), parceiros ou ex-parceiros (33,2%) são os principais responsáveis por agressões e assassinatos.

 

Entretanto, mesmo em meio a este terrível cenário de violência e retrocessos, a luta das mulheres trabalhadoras terceirizadas no DF e no Entorno, sob a liderança do Sindiserviços-DF, tem avançado. Exemplo disso destaca-se a concretização da igualdade de gênero, através da nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

 

A CCT garante salários e benefícios iguais, além de avançar com a inclusão de cláusulas que são específicas e exclusivas em da sua saúde, dignidade e qualidade de vida das mulheres e seus familiares.