Por Imprensa Sindiserviços-DF - Robson Silva 

A partir de fevereiro deste ano, as trabalhadoras e os trabalhadores terceirizados inscritos no Plano de Saúde Hospitalar Completo da Saúde Sim estão migrando do Plano de Saúde Super Sim (Saúde Sim), o qual dispõe de atendimento mais completo com consultas, exames laboratoriais, cirurgias e internações em enfermarias.

 

A coparticipação dos trabalhadores passou para R$ 76,00 (setenta e seis reais) e continuará sendo descontada na folha de pagamento.

 

Caso o trabalhador não queira migrar para o Plano de Saúde Super Sim (Saúde Sim), ele poderá optar pelo Plano de Saúde Ambulatorial, que é gratuito para o trabalhador, mas oferece apenas as consultas e exames, conforme determina à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 

Para desistir do Plano de Saúde Hospitalar Completo da Saúde Sim e não ter mais desconto no salário, os trabalhadores deverão comparecer o mais urgente possível na Sede do Sindiserviços-DF – SCS Quadra 02, Edifício Jockey Club, 5º andar, informações: (61) 3224-0447 Ramal 207, para preencher o formulário especifico de desistência e entregar cópia da Carteira de Identidade (RG), do CPF e das páginas da Carteira de Trabalho que contenham o numero, a série, a foto e o contrato de trabalho.

 

Também será necessária a devolução do Cartão (carteirinha) do Plano de Saúde – Saúde Sim, em caso de perda ou extravio, será obrigatória a entrega da cópia do Boletim de Ocorrência Policial.

 

 

Responsabilidades dos patrões

São poucos os estados brasileiros nos quais os trabalhadores terceirizados na área de asseio, conservação, manutenção e apoio administrativo dispõem do beneficio de um plano de saúde.

 

No nosso caso, a preocupação principal da direção do Sindiserviços-DF foi a de proporcionar um melhor atendimento hospitalar para o trabalhador não ficar dependente única e exclusivamente do precário e sucateado atendimento da Rede Pública de Saúde.

 

A partir da assinatura e registro da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2018, no Sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego, as empresas representadas pelo sindicato patronal já ficaram obrigadas a incluir nas suas planilhas de custos e formação de preços, como também nas propostas, o valor destinado ao plano de saúde ambulatorial (gratuito), bem como nas contratações privadas.

 

A empresa que não recolher ou repassar os valores recebidos a título do plano de saúde, estará cometendo crime de apropriação indébita e será automaticamente acionado judicialmente por meio de Ação Reparadora, conforme determina a Convenção Coletiva de Trabalho do Sindiserviços-DF.